As Escolas Profissionais garantem condições de estabilidade na gestão dos quadros com o acordo coletivo.
Tendo por base o acordo de revisão do contrato coletivo de trabalho para as escolas profissionais, conseguido pela Confederação Nacional da Educação e Formação e frente sindical (FNE/UGT), há hoje condições para um trabalho programado a dois anos em que ficam salvaguardadas direitos e obrigações das partes.
José Luís Presa, presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais, assume tratar-se de um momento importante para os próximos dois anos (com áudio)
O entendimento para a revisão do Contrato Coletivo de Trabalho, acordado em 2017 e que, pela primeira vez, abrange diretamente as escolas profissionais, foi saudado pelas escolas.
Aveiro assistiu hoje à apresentação dos resultados da negociação que terá efeitos a partir do dia 1 de setembro próximo.
Jorge Castro, da Escola Profissional de Aveiro, reconhece os avanços com o estabelecimento deste acordo (com áudio)
A Comissão Negociadora esteve na sessão de divulgação de Aveiro com as escolas associadas da ANESPO.
Rodrigo Queiroz e Melo explicou, em entrevista à Terra Nova, os termos de um acordo que aprofunda outros acordos já existentes (com áudio)
Diário de Aveiro |