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01/04/2003

Megajulgamento prossegue


Oliveira do Bairro

Oliveira do Bairro Mega-burla: Empresa de Vieira de Leiria no centro do processo A maioria das 400 burlas comerciais atribuídas a uma rede liderada por um industrial das Caldas da Rainha em julgamento no Tribunal de Oliveira do Bairro foi consumada em nome de uma empresa da Praia da Vieira. O principal arguido intitular-se-ia director comercial dessa empresa e hoje, durante uma audiência do julgamento, alguns depoimentos defenderam esta versão. No improvisado tribunal a funcionar na sala da Assembleia Municipal, duas testemunhas reconheceram o principal arguido - Vítor I., de 55 anos -, associando-o à direcção comercial da firma Empreendimentos Turísticos Praia da Vieira. Para esta sessão estavam convocadas 20 testemunhas, mas só compareceram nove, pelo que o colectivo dirigido por Paulo Valério terminou os trabalhos à hora do almoço, marcando nova audiência para quinta-feira. Socumpur e Auto Duarte são outras firmas cujo nome terá sido usado no conjunto de burlas atribuídas a Vítor I. e 21 outros arguidos, mas, na maior parte dos casos, essas burlas foram apenas tentadas, segundo a maioria das testemunhas ouvidas. Neste julgamento está em causa uma alegada teia que terá permitido aos arguidos obter, ou tentar obter, mercadoria sem pagar num valor global superior a um milhão de contos (cinco milhões de euros). Só à sua parte, Vítor I. é acusado de dois crimes de associação criminosa, 770 crimes de falsificação de documentos, 753 crimes na forma tentada de burla qualificada e 98 crimes de burla qualificada. Os factos em julgamento reportam-se aos anos de 1998 a 2000, altura em que, segundo o Ministério Público, o principal arguido engendrou um esquema para seduzir os fornecedores com o intuito de obter mercadorias para exportação sem as pagar, apoderando-se dos resultados das vendas. De acordo com a calendarização já feita, o julgamento vai prosseguir pelo menos até Fevereiro de 2003, dado o elevado número de testemunhas a ouvir - cerca de 400. Até agora, nenhum dos 22 arguidos quebrou o silêncio. Lusa (11 Dez / 16:14)

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