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26/07/2022

Águeda disponibiliza 7 apartamentos para famílias ucranianas.



A Câmara de Águeda disponibiliza apartamentos a sete famílias refugiadas de guerra da Ucrânia.

Estes agregados estiveram, ontem, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, para assinar o contrato de subarrendamento e agradeceram o gesto do Município.

Beneficiam de um regime especial para residência temporário, na sequência de um acordo entre o Município e o IHRU que permitiu a disponibilização de sete apartamentos em Aguada de Cima.

Esta é uma das medidas implementadas pelo Município, que tem adotado uma política de concertação com os diferentes organismos nacionais e com a rede de solidariedade social do concelho, no sentido de encontrar soluções para assegurar as melhores e mais adequadas respostas para o devido acolhimento e integração dos refugiados.

“Estamos, naturalmente, solidários com o povo ucraniano”, começou por dizer Jorge Almeida, Presidente da Câmara de Águeda, perante as famílias que vão receber estes apartamentos, salientando que a solidariedade dos aguedenses se manifestou, desde a primeira hora, com “o processo de ajuda humanitária, numa ação realizada em concertação com a Associação dos Ucranianos em Portugal e outras instituições locais de solidariedade social”.

Considerando que uma das maiores necessidades é a de habitação, o Município estabeleceu este acordo com o IHRU, I.P., que permite a disponibilização à autarquia destas sete habitações, que se encontravam desocupadas e em condições de habitabilidade, através de um contrato de arrendamento urbano habitacional de fim especial transitório (acolhimento de refugiados) e que foram, agora, atribuídas a sete famílias ucranianas que se encontravam registadas no CLAIM (Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes) de Águeda, num total de 24 pessoas.

Esta “é mais uma medida e um esforço para podermos proporcionar as melhores condições possíveis para que possam iniciar uma nova vida, com os vossos filhos, pelo tempo de que necessitem. Sintam-se em casa e que possam, na medida do possível, ser felizes aqui connosco”, declarou o Edil, certo de que, apesar das circunstâncias adversas, “vão encontrar em Águeda um povo acolhedor e amigável”.

 

 


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